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E quando as clientes trazem as mães para a sessão?

E quando as clientes trazem as mães para a 
sessão?

Neste ano passei por 2 situações em que clientes mulheres vieram conhecer a EFT e meu trabalho como terapeuta e trouxeram as mães sem me avisar.

Uma vez foi num evento aberto em grupo e a cliente depois me contou que queria mostrar pra mãe que estava fazendo algo por ela mesma e ao mesmo tempo tentando mostrar pra mãe que ela, a mãe, precisava de terapia. 

A outra vez foi uma cliente que me perguntou se poderia trazer a filha bebê, pois facilitaria pra ela vir. Eu disse que, se a bebê fosse quietinha e não chorasse muito, não haveria problemas. E me chegam as 3 gerações: cliente, filha bebê e a mãe da cliente. 

Em ambos os casos observei que, dependendo da pergunta que eu fazia, elas perguntavam pra mãe responder, o que gerava muita intervenção das mães. Embora às vezes as respostas ajudassem, pois relatavam fatos da infância que a cliente não tinha lembranças por ser pequena, muitas vezes as mães "puxavam a sardinha" pro lado delas, de forma que eu acaba desviando da questão original da cliente pra tratar de questões particulares das mães.

Eu fui permissiva nos 2 casos pois acho que se a pessoa veio, tem uma razão de ser, nada é por acaso. Mas ao mesmo tempo, vejo que não foram atendimentos muito produtivos, pois o foco ficava mudando de uma pessoa pra outra.

Como vocês procedem nestes casos? Como acolhem essas mães? Ou não permitem, dizendo que cada uma deve ter seu momento individual de atendimento? Sou grata pelos relatos de experiência de vocês para eu pensar numa melhor conduta quando isto se repetir. 

COMENTÁRIO SONIA: Anna, isso das filhas trazerem as mães acontece muito mesmo. Ou são as mães que trazem as filhas, o que também sucede. A mãe acha que a filha tem problemas e traz a filha que não queria vir. Mas quando as filhas trazem as mães eu vou na sala de espera, sento lá e pergunto se a mãe veio só trazer e vai esperar ou se a mãe veio para entrar. Se veio só esperar a mãe fica na sala de espera. Se a mãe veio para entrar eu  vou conversar com ela na sala de espera mesmo (pois nunca tem mais ninguém lá, porque é só meu consultório aqui) e compreender a razão desta vinda não anunciada. Geralmente convenço as duas que terapia é algo que se faz sozinho, confidencialmente, e a mãe fica na sala de espera e eu entro com cliente. Quando a filha é bem criança, com menos de 13 anos, geralmente eu faço uma ou duas consultas com a mãe e às vezes com mãe e pai para compreender porque a terapia foi buscada pelos pais. E depois vou trabalhar com a filha sozinha. Só trabalho com a mãe e a filha juntas quando o trabalho demandado é resolução de conflitos relacionais, quando mães e filhas que não conseguem viver em paz e aí pode ser bacana esta intervenção em dupla. Mas não faz o menor sentido fazer terapia com alguém e a mãe olhando. Esse cuidado com o enquadre é que devemos ter. Os pacientes não podem ditar o enquadre e invadir a cena terapêutica como querem. A mãe poderia esperar com o bebê na sala de espera, tranquilamente. E no primeiro caso também, a filha poderia vir com a mãe e esta ficar esperando na sala de espera. 

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ACADEMIA CLINICA
Anna Carolina Ferreira da Rocha
Anna Carolina Ferreira da Rocha Seguir

Terapeuta de EFT e Optimal EFT Brasília - DF Sessões presenciais e online (61)99256-8050

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