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Jogos e seus vícios

Jogos e seus vícios

Oi, Sônia

Gostaria de saber como trabalhar o EFT com crianças/adolescentes viciados em jogos eletrônicos. Pois precisamos  ir atras da negatividades para permitir curas consistentes e duradouras. Minha duvida seria: Como trabalhar isso nele já que, como sabemos, o jogo traz a sensação da positividade e adrenalina? Nesse caso, eles não teriam algo de ruim para "mesa". 

Comentário Sonia: Respondo em breve, se alguém tem idéias, comentem! Compulsão com eletrônicos é uma das coisas mais difíceis que estão acontecendo entre os jovens. Geralmente os jogos são violentos. Vou responder com calma. Mas posso afirmar que não é trabalhando os jogos que vamos diminuir a presença dos jogos na vida do jovem. Não é proibindo tampouco. Temos que prestar atenção onde este jovem está sofrendo. Como diz Gilberto, meu professor, "Onde há sofrimento há esperança". Então é lá no sofrimento que podemos ajudar o jovem a se transformar. Não adianta bater de frente com os jogos. Os pais podem por limites, sim. De horários e dias. Mas isso só vai gerar um conformismo ansioso por rebelar-se. Mas até uma certa idade isso é necessário. O que se precisa é acessar onde está a dor deste jovem. E lá que precisamos mexer. Criar um diálogo com ele onde ele pode falar de sua dor, de suas frustrações, de seus sonhos, de seus medos. E ir trabalhando aí. Quando o jovem puder lidar com a dor, souber vive-la, tomar decisões onde é possível, conhecer nossos limites humanos e seus limites pessoais e criar projetos, os jogos mudarão de posição na sua vida pois deixarão de ser a fuga da dor.


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ACADEMIA CLINICA
Valiene Oliveira
Valiene Oliveira Seguir

Escritora, palestrante, terapeuta, coaching educacional e familiar auxiliando na reconexão afetiva. Idealizadora do Curso Valores para Convivência

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