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O QUE NOS ENCANTA, CURA

O QUE NOS ENCANTA, CURA

Um rapazinho, 19 anos, veio fazer terapia com ETF. A iniciativa não foi sua, estava iniciando a terapia para satisfazer a mãe, porque, segundo ele, estava "de boa".

Contudo, ela já havia adiantado que ele estava sem estudar e desempregado, e essa falta de perspectiva a preocupava. A questão era saber o que o incomodava...

Quando perguntei qual o episódio da vida não queria que tivesse acontecido, ele respondeu: "ter parado de estudar". Os pais levaram anos sendo transferidos de local de trabalho, e a cada ano ele iniciava em uma escola diferente. Ele era muito "amigueiro", então sofria muito com essa separação constante dos amigos.

Então, após concluir o ensino médio, resolveu parar de estudar, "deixar quieto". Inicialmente pensou em trabalhar, até mesmo pra ajudar em casa. Mas o tempo foi passando, e seus planos foram ficando para "amanhã". Um ano depois ele estava sem estudar e desempregado, e se autointitulando preguiçoso, um cara que acordava todo dia se perguntando: "o que vou fazer?".

Eu perguntei se o que chamava de preguiça não era medo de decepcionar os pais, falta de confiança em si, e ele respondeu: "já decepcionei, não tenho mais medo disso".

Mas, quando mergulhamos aí, os medos se manifestaram. Ele tinha medo de errar, medo de não atender às expectativas dos pais, e se sentia dependente deles, havia se acostumado a tê-los como base, então estava aí, também, um medo de seguir o próprio caminho. E se sentia culpado por não ter seguido em frente, por estar improdutivo, mas não encontrava estímulo.

Então, enquanto fazíamos o tapping, traçávamos tarefas semanais para ele. Além das coisas básicas como arrumar e limpar o quarto, e esvaziar a pia da cozinha pra ajudar os pais, ele iria se divertir. Nada de preocupação com ter que cumprir metas chatas de adulto. O ponto seria fazer algo que o divertisse, aquilo que mais gostava de fazer. E ele me contou que amava fazer vídeos, que houve uma época em que fazia, hoje ele estava tão desanimado que só assistia às vezes... Falei que eu fazia vídeos pra compartilhar o que sabia, mas não entendia nada de edição e coisas de internet, e ele começou a querer me explicar.

Então combinamos que iria fazer parte de sua rotina criar um vídeo bacana, sobre o tema que ele quisesse. E como ele não conseguia pensar em nada, levamos um tempo futucando temas...

O sorriso já estava no rosto, a postura mudou, a entonação da voz, aquele silêncio foi substituído por um tagarela. E lá estava ele me dando uma aula de mecatrônica, coisa que eu só registrei que se tratava de uma engenharia do futuro rsrsrs.

Vídeo aula pronto, e ele me contando que já acordava com vontade de mexer mais no vídeo, de ler sobre o assunto, cheio de dúvidas, aprendendo coisas novas, e procurando tutoriais na internet... E olha só: até havia feito aquele troço "dos tapinhas" enquanto tomava banho: "E não é que esse negócio relaxa mesmo"!

Fomos levando aquele combinado de trazer a diversão pro seu dia, de fazer os "tapinhas", e a elaboração dos vídeos era um desafio bacana para ele. E falamos sobre o quanto a mecatrônica o interessava.

É um saco como o sistema transforma um momento de descoberta numa corrida para "ter que" definir a profissão. Não somos robôs produzidos em série, precisamos de tranquilidade para entender o que queremos. E ele precisava disso.

Foi quando recebi uma mensagem sua, no Whatsapp, me perguntando o que eu achava sobre ele fazer um curso de mecatrônica no SENAI... massa, não é?

Recentemente, Sônia falava sobre a importância de buscar algo que cause encantamento no paciente, e eu lembrei dessa história. É lindo como o divertido relaxa e o relaxamento nos conecta a nós mesmos e ao Todo...

Estamos juntos!!!

 

 

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ACADEMIA CLINICA
Lair Cohim
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Alguém que acredita na transformação, nas pessoas, na vida. Life Coach, escritora e Terapeuta, utilizo o EFT para apoiar as pessoas a reencontrarem-se consigo mesmas. Autoconhecimento é a chave. Atendimento online e presencial: 55 71 98883-9567.

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